Descrição
Cinto de segurança do passageiro PEUGEOT 307 CC – conversível
Descrição da peça
Vendemos um cinto de segurança de passageiro usado para Peugeot 307 CC. É um importante elemento de segurança passiva que coopera com o sistema de airbag e o pré-tensor dos cintos em caso de impacto. Se você estiver lidando com uma substituição após ativação, mau funcionamento ou dano ao mecanismo, é fundamental escolher de acordo com os códigos de peça originais – muitas vezes é pesquisado pelo número 96413040XX ou 8975J2.
Informações técnicas
- Fabricante: Stellantis (Citroën/Peugeot)
- Modelo: Peugeot 307 CC (conversível)
- Outros números: NFP
Códigos de produto
- Códigos de produto: 96413040XX, 8975J2
Recomendações de instalação
Aplica-se geralmente/normalmente à substituição de um cinto de segurança por um pré-tensor (cinto pirotécnico). O procedimento exato pode variar dependendo do design e equipamento específico do carro.
1) Antes da montagem (verificações da peça usada, o que comparar com a peça antiga)
- Compare os códigos das peças (96413040XX, 8975J2) com a correia antiga.
- Verifique o estado da correia: ela não deve estar rasgada, cortada, queimada ou contaminada com óleo/produtos químicos.
- Verifique o enrolamento: a correia deve desenrolar-se suavemente e enrolar-se suavemente, sem emperrar.
- Verifique os conectores/parte elétrica do pré-tensor: sem danos, pinos tortos e rachaduras.
- Se a correia pirotécnica antiga foi ativada após um acidente, verifique também as peças relacionadas do sistema SRS (normalmente fiação/conectores) – sem adivinhar as peças específicas.
2) Ferramentas e materiais necessários (em geral, sem peças extras específicas)
- Conjunto básico de catracas e extensões, bits/chaves adequados de acordo com o material de conexão do carro
- Ferramentas de aparar/alavancas para remover plásticos internos
- Lanterna
- Agentes de limpeza para conectores (conforme necessário, com cuidado)
3) Procedimento de montagem passo a passo
- Desligue a ignição, imobilize o veículo e desconecte a bateria (crucial ao trabalhar no SRS).
- Aguarde alguns minutos para que o sistema de segurança passiva seja desengatado com segurança (prática comum).
- Acesse a fixação do cinto removendo as tampas/revestimentos internos necessários (o procedimento varia de acordo com o design).
- Desconecte cuidadosamente o conector elétrico do tensor da correia; não puxe a fiação, solte o corpo do conector.
- Afrouxe e remova os pontos de fixação do cinto antigo e remova todo o mecanismo.
- Compare a peça antiga e a nova (acessório, guia da correia, conectores, orientação do enrolador).
- Instale a cinta pirotécnica usada nos locais originais para que ela não fique torcida e siga o caminho correto através da guia.
- Aperte os fixadores conforme prescrito pelo fabricante (sem especificar torques específicos).
- Reconecte o conector do pré-tensionador e verifique se ele está devidamente preso.
- Coloque de volta as tampas removidas e corte-as de forma que nada pressione a correia ou a fiação.
- Conecte a bateria.
- Verifique o funcionamento de enrolamento e travamento da correia em repouso (funcionamento suave, bloqueio correto em caso de solavanco repentino).
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4) Verificações pós-montagem e test drive/verificação de função
- Verifique se o cinto é confortável para apertar e soltar e se ele retrai totalmente.
- Verifique se não há atrito nas peças plásticas em nenhum lugar.
- Após uma curta viagem, verifique novamente a fixação das capas e a guia correta do cinto.
5) Os erros de montagem mais comuns + como evitá-los
- Bateria desconectada ao trabalhar no pré-tensor: sempre desconecte e siga o procedimento de segurança.
- Correia torcida ou roteamento incorreto: teste o desenrolamento/rebobinamento várias vezes antes da montagem final.
- Dano no conector/cabo: manuseie apenas pelo conector, não quebre os cabos nem os prenda sob a guarnição.
- Ativação do pré-tensor em caso de acidente ou impacto (a correia pirotécnica geralmente é substituída após a ativação).
- Desgaste do mecanismo de enrolamento e travamento durante uso prolongado.
- Danos mecânicos na correia (apertamento, corte na borda interna, desgaste).
- Poluição (óleos, produtos químicos, bebidas) causando enrijecimento da correia e pior enrolamento.
- Desmontagem/montagem não profissional (conectores danificados, roteamento incorreto da correia, fiação comprimida).








